quarta-feira, 15 de setembro de 2010

3 casos de gestão...


Três casos típicos analisados num encontro mundial de gestão:

Caso 1:

Ia uma jovem a passear com o seu namorado, quando ouviram uns empregados de umas obras gritar:

- Oh cabrão, não a leves a passear, leva-a mas é para um lugar escuro e come a gaja !!!

O rapaz, muito envergonhado, segue o seu caminho com a namorada e passam por um parque onde estão vários reformados sentados que, ao vê-los começam às bocas ao noivo...

- De mãozinha dada com a miúda, devias é levá-la para um motel..., ó paneleiro!!!!

O rapaz, cada vez mais envergonhado, decidiu-se levar a namorada; a casa e despede-se:

- Então até amanhã, meu amor!

A noiva responde-lhe:

- Até amanhã, surdo de merda!!!

Conclusão:

Escuta e põe em prática os conselhos dos consultores externos, são gente com experiência, se não o fizeres, a tua imagem e gestão empresarial ver-se-ão seriamente deterioradas.


Caso 2:

Um réu, condenado a prisão perpétua por assassínio em primeiro grau, consegue fugir ao fim de 25 anos na prisão. Ao fugir, entra numa casa onde dorme um jovem casal. O assassino ata o homem a uma cadeira e a mulher à cama. A seguir, encosta o seu rosto ao peito da mulher, levantando-se de seguida e saindo a seguir do quarto.

Imediatamente, arrastando a cadeira, o marido aproxima-se da esposa e diz-lhe:

- Meu amor, este homem não vê uma mulher há anos. Eu vi-o beijando-te o peito e aproveitando que ele se afastou um pouco, quero pedir-te que cooperes com ele e faças tudo o que ele te pedir. Se ele quiser fazer sexo contigo não o evites e finge que gostas. Por favor, não o afastes... As nossas vidas dependem disso!!!

Sê forte, minha linda, eu amo-te.

A jovem esposa diz ao marido:

- Querido, estou reconhecida que penses assim! Efectivamente este homem não vê uma mulher há anos, no entanto não estava a beijar-me o peito. Estava a dizer-me ao ouvido que gostou muito de ti e perguntou-me se guardamos a vaselina na casa de banho.

Sê forte, meu lindo; eu também te amo muito.

Conclusão:

Não estar verdadeiramente informado pode trazer sérios inconvenientes. A informação actualizada e exacta é fundamental para sair com êxito do ataque de competência desleal e assim evitar surpresas desagradáveis.


Caso 3:

Um rapaz vai a uma farmácia e diz ao farmacêutico:

- Senhor, dê-me um preservativo. A minha namorada convidou-me para ir jantar esta noite lá a casa, já saímos há três meses, a pobre começa a estar muito quente e parece-me que me vai pedir para lhe pôr o "termómetro".

O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia.

De imediato, volta a entrar, dizendo:

- Senhor, é melhor dar-me outro, porque a irmã da minha namorada, é uma boazona de primeira, passa a vida a cruzar as pernas à minha frente que ás vezes até lhe vejo as entranhas... Acho que também quer algo, e como vou jantar hoje lá a casa...

O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia.

De imediato, volta a entrar, dizendo:

- Senhor, é melhor dar-me outro, porque a mãe da minha namorada também é boa como o milho. A velha, quando a filha não está ao pé, passa a vida a insinuar-se dum modo que me deixa atrapalhado, e como eu hoje vou jantar lá a casa...

Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a sua namorada ao lado, a mãe e a irmã á frente.

Nesse instante entra o pai da namorada e senta-se também à mesa. O rapaz, baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:

- Senhor, abençoa estes alimentos, bzzzz, bzzzz, bzzzz,... damos-te graças por estes alimentos .

Passa um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando:

- Obrigado Senhor por estes dons, bzzz, bzzz, bzzz....

Passam cinco minutos e prossegue:

- Abençoa Senhor este pão, bzzz, bzzz, bzzz...

Passam mais de dez minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando. Todos se entreolham surpreendidos e a namorada diz-lhe ao ouvido:

- Meu amor, não sabia que eras tão crente ...!!!

- E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico !!!

Conclusão:

Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque essa inconfidência pode destruir a sua própria organização.


Nota do autor: Nuno, muito obrigado por este teu contributo. já deves ter ouvido isto em algum lado, mas em todo o caso cá vai - "És grande!!!"

3 comentários:

  1. Grande artigo... E, de certo modo, engraçadíssimo e muito educativo...

    Aqui foi conseguido aliar o bom humor à demonstração de como se vive ou sobrevive no mundo dos negócios...

    Na minha opinião, as conclusões falam por si... Mas retiro duas importantes impressões... No mundo dos "business", hoje em dia, e pelo que me é dado a conhecer a informação é a chave do sucesso... Pois esta, quando não existe... pura e simplesmente torna-se numa desvantagem competitiva... Quando existe em demasia, por vezes acaba por confundir ainda mais a tomada de decisão, ou seja, torna-se desvantagem competitiva... E quando surge atrasada, perde a sua utilidade...

    Deste modo, a informação numa empresa deve sempre chegar no tempo certo e já devidamente filtrada, para que a tomada de decisão seja efectuada sem reservas e com segurança!!

    Daí que o marido (segundo caso) antes de falar, deveria ter esperado que a informação fosse devidamente construída e elucidativa, pois nem todo o "reluz é ouro..." vá...

    Por outro lado, e indo de encontro ao 3º caso em análise, todos sabemos o velho lema: "O Segredo é a alma do negócio..." No nosso dia a dia, somos confrontados com diversas situações em que temos de escolher... Falar ou não falar...

    Falar muito não é sinónimo de falar com qualidade ou de ser inteligente... Até porque "em boca fechada não entram moscas..." Falar em demasia ou revelar intenções futuras poderá forçar dissabores desnecessários...

    Muitas das vezes, ganha-se bem mais estando calado que falando em demasia...

    Quanto às questões humorísticas... Na verdade, a do 3º Caso é sem dúvidas o ponto mais alto de todo o artigo... :-)

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Concordância nas analogia nods casos 2 e 3, discordo parcialmente na do 1º.

    Rapaz - (empresa/produto)disponibilização, acompanhamento e proximidade com o cliente.
    Miúda - (consumidor) não demonstrou o interesse que possuia e que levasse a "empresa"(rapaz) a criar as condiçôes para satisfazer as suas necessidades.

    :))

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